segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Eu Creio na Ciência

Na Idade Média, o eixo em torno do qual gravitava a sociedade européia era o pensamento religioso, monopólio da igreja, que o impunha como “verdade absoluta” e exigia aceitação irrestrita, embora muitas vezes esse se demonstrasse contraditório e até mesmo ilógico. Roger Bacon (1212-1292) foi o primeiro a defender a experimentação como fonte de conhecimento; enquanto Francis Bacon  (1561-1626) fixou a base do que Descartes transformaria, mais tarde, no método científico. Suas ideias foram fortemente influenciadas por Nicolau Copérnico (1473-1543) e Galileu Galilei (1564-1642). Foi, no entanto, com a obra “Discurso do Método” de René Descartes (1596-1650) que foram lançados de fato os fundamentos do pensamento científico. Após Descartes, enfim, definir o método científico, o pensador Auguste Comte (1798-1857) cuidou em promover o conhecimento científico à posição de forma de conhecimento mais importante ou mesmo de única forma de conhecimento válida. Essa, inclusive, tem sido a posição adotada pela maioria das pessoas em nossos dias. Mas, será que o conhecimento científico tem de fato a palavra final sobre o universo, suas leis e fenômenos? Será que não transformamos o conhecimento científico na nossa nova “verdade absoluta” assim como fez a sociedade européia na Idade Média com relação ao conhecimento religioso? Por que lidamos com o conhecimento de forma excludente e dualista - ou isto ou aquilo - ?.

Antes de nos debruçarmos sobre as questões propostas, esclarecemos desde já que não nos opomos ao pensamento religioso, embora não atribuamos a ele a posição de inerrante ou infalível, o que pode se constatar pelo simples fato de existirem inúmeras correntes teológicas com opiniões bem diferentes sobre a mesma matéria e, cada uma delas arrogando para si o título de verdade. Consideramos o conhecimento religioso a tentativa humana de entender a divindade e outros assuntos a ela associados, que nos oportuniza refletir sobre o transcendente. Também não estamos em oposição ao conhecimento científico, pelo contrário reconhecemos que este veio preencher uma lacuna deixada pela teologia por séculos devido a esta não se ocupar do estudo da natureza em si mesma; e prover à humanidade informações que inegavelmente contribuíram para o seu progresso. Contudo, também não consideramos o conhecimento científico infalível, inerrante, nem a ele atribuímos o título de verdade absoluta.

Da comparação entre a sociedade moderna e medieval, logo se percebe que o pêndulo oscilou do conhecimento religioso para o científico. Há uma clara indisposição em acreditar na religião, ao passo em que há uma forte inclinação a se acreditar na ciência, inclinação esta que, às vezes, assume a mesma incapacidade de questionar tão fortemente criticada em relação à religião. E, ao que tudo indica, a nossa tentativa de fugir de uma forma de conhecimento divinizado apenas nos levou a divinizar outra forma de conhecimento, o científico, que para alguns se converteu em um novo credo. Assim como na Idade Média expressões como “a igreja diz”, “o Papa diz”, “a Bíblia diz”, eram suficientes para chancelar o conhecimento religioso dando-lhe o status de verdade absoluta, hoje, expressões como “está cientificamente comprovado” se tornaram os novos selos da verdade. Mas será que o conhecimento científico é infalível e inerrante?

Analisando os postulados da ciência, verificaremos que o conhecimento científico, como conhecimento humano, está em construção e é fruto do acúmulo de informações por parte da humanidade até um determinado momento na história, logo, parcial, incompleto e em alguns casos flagrantemente contraditórios e equivocados. A título de exemplo podemos citar o estudo a respeito do átomo: O filósofo Leucipo e seu discípulo Demócrito acreditavam que todas as formas de matéria eram constituídas por partículas indivisíveis que foram denominadas átomos (indivisível). O cientista John Dalton, em 1803, conseguiu demonstrar a existência do átomo, contudo, continuou concordando com Leucipo e Demócrito de que os átomos eram as menores partículas existentes, portanto, indivisíveis. Em 1897, outro cientista, Thomson, descobriu nos átomos os elétrons. De acordo com esse cientista o átomo era uma esfera de carga elétrica positiva incrustada com elétrons, com carga negativa. Rutherford-Bohr, também cientista, em 1908, percebeu que os átomos não eram maciços como se pensava, mas dotados de grande espaço vazio. Dois anos depois Neils Bohr aperfeiçoou a teoria de Rutherford-Bohr, dando-nos a atual concepção de átomo. O exemplo citado é um dentre tantos em que o conhecimento científico se mostrou incompleto e equivocado. Ora, se as ditas comprovações científicas, como vimos, estão sujeitas a erro, o que dizer das “teorias científicas”? Por certo as teorias científicas apresentam certa medida de lógica e alguns fatos parecem com elas corroborar, mas por não haverem sido submetidas aos métodos científicos, a própria ciência as chama de “teorias”. Conforme já dissemos nossa intenção não é desmerecer o conhecimento científico, apenas colocá-lo no seu devido lugar, uma forma de conhecimento parcial e em estado permanente de aprimoramento que deve estar sujeita a nossa análise e crítica, tanto quanto o conhecimento religioso.

A religião tem seu foco no transcendente e, embora de forma secundária se refira ao mundo material, o faz apenas para usá-lo como suporte para conduzir o pensamento humano ao divino. A ciência, por sua vez, se foca no mundo físico considerando-o em si mesmo. Uma vez que o transcendente por natureza está para além do mundo físico, está fora dos domínios da ciência. Dessa forma, uma pessoa inclinada à ciência, coerente com critérios elegidos pela própria ciência para produção do conhecimento científico, jamais terá a presunção de colocar o transcendente sob as lentes de um microscópio ou se ocupar de provar cientificamente que Deus não existe, pois ao fazê-lo, demonstrará está sendo incoerente com a própria ciência que supostamente conhece e valoriza. Incorre em igual ignorância em relação à religião aquele que tenta impor suas crenças como verdadeiras, crenças essas que por natureza não podem ser provadas e mais, que uma vez provadas destruiria a essência da própria religião, a fé (a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a certeza de fatos que se não vêem).

Certos indivíduos são inclinados a crer na ciência, enquanto que outros são inclinados a crer na religião. Uso a palavra “crer” devido à incompletude e mutabilidade de ambas as formas de conhecimento exigirem deles certa medida de fé: Fé no big-bang (possível, mas improvável [que não pode ser provado]); fé no Deus que criou o universo (possível, mas improvável [que não pode ser provado]); fé na ideia de que o homem evoluiu de primatas (possível, mas improvável [que não pode ser provado]); fé na ideia do homem haver sido criado por Deus (possível, mas improvável [que não pode ser provado]). Se não pode ser provado o que esses indivíduos exercem é fé: Fé na ciência, fé na religião; movidos por uma predisposição inata.


Ciência e religião cometeram muitos erros ao longo da história, erros que custaram caro à humanidade como as guerras santas em nome de Deus e a segunda guerra mundial com a detonação da bomba atômica lançada em Hiroshima. Mas a despeito dos erros cometidos e de seguirem caminhos diferentes há algo que as une a verdadeira ciência e a verdadeira religião: o objetivo de contribuir para o aprimoramento do ser humano e consequentemente para a construção de um mundo melhor, cada qual a seu modo. E, embora o conhecimento seja importante, ainda mais é o bem que somos capazes de produzir com esse conhecimento. Portanto, instrumentalizemos tudo que está ao nosso alcance para nos tornarmos pessoas melhores, ajudarmos a humanidade a ser melhor e, assim, construirmos um mundo melhor.
Daniel Peres

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Deus está morto


[…] Não ouvimos o barulho dos coveiros a enterrar Deus? Não sentimos o cheiro da putrefação divina? – também os deuses apodrecem! Deus está morto! Deus continua morto! E nós o matamos! ” – Nietzsche, Gaia Ciência, §125

     Nietzsche era ateu convicto. Logo, seria completamente ilógico entender a sua declaração - Deus está morto -, como literal, uma vez que, ao fazê-lo estaríamos dizendo que Nietzsche acreditava que Deus um dia existiu, mas que agora estava morto. Por meio dessa declaração o filósofo está explicitando  o que está implícito no comportamento do homem moderno, o ateísmo religioso.

     O ateísmo religioso não é o ateísmo sincero daqueles que não conseguem crer, mesmo depois de se esforçarem muito, porque o divino não se enquadrou na sua lógica; nem o ateísmo sôfrego daqueles cuja fé foi completamente esmagada pela crueza da vida; e muito menos o ateísmo anti-religioso que é, na maioria das vezes, fruto de uma desilusão com a própria religião, uma mágoa. O ateísmo religioso é o ateísmo dos crentes: daqueles que confessam a fé, mas que em suas práticas a negam veementemente ao instalarem uma dicotomia que separa a inseparável relação existente entre fé e vida. Assim, resumem a fé a uma coisa-credo, fundamentada na tradição morta que insistem em manter, embora nem saibam porque a mantém uma vez que já nem se consegue perceber qual seja a sua contribuição para a vida e, em alguns casos, está em clara oposição a própria vida.

     O ateísmo dos crentes é aquele que degenera a fé em um credo cujo teor é a verdade absoluta, assim como absoluto é o monopólio da religião sobre essa verdade que só pode ser entendida e instrumentalizada por sacerdotes; criando-se assim a condição sine qua non seria possível manter a estrutura de poder político-religioso que está estabelecida nas principais religiões do mundo, principalmente no cristianismo - o monopólio da verdade por parte da religião e a existência de um intermediário humano entre Deus e mim, sem o qual o acesso a Deus não me é plenamente possível.

     O produto desse ateísmo-religioso chamado pelos crentes de fé é uma tradição morta, um rito oco, um discurso que se desmente pela prática, um moralismo sem ética, uma existência sem significado, portanto sem autorrealização. - DEUS ESTÁ MORTO, NÓS O MATAMOS EM NÓS - quando assassinamos a fé inata com o punhal da teologia, quando a encerramos no sarcófago do dogmatismo, quando a sepultamos na cripta do credo e da religião.

     O homem carrega em si, de forma latente, a fé. Demonstramos isso quando confiamos em nós mesmos, quando confiamos nas pessoas, quando confiamos nas circunstâncias - é a fé em semente. Sementes nem sempre conseguem germinar por causa das condições. Contudo, quando as condições necessárias estão presentes, germinam, e o seu fruto é uma nova percepção da vida. E isso muda tudo.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Ídolos do coração



                Por vinte e dois anos fui religioso e nesse tempo vi inúmeras vezes católicos radicais e protestantes ortodoxos se digladiarem sobre a questão da idolatria. Protestantes afirmavam que não eram idólatras, pois em seus templos não havia imagem de nenhum santo. E católicos se justificavam afirmando que embora houvesse imagens em suas igrejas, não prestavam culto aos santos, apenas os veneravam. Assim, nessa discussão infindável, muitas farpas eram trocadas e o espírito de tolerância, tão caro ao cristianismo, era completamente ignorado.
                Os religiosos, com raríssimas exceções, costumam estar presos ao rito, ao dogma, à forma, à interpretação literal “segundo a letra morta que mata” e assim sendo, quase sempre, mesmo cheios de sinceridade, estão equivocados quanto a como, na prática, certo pecado se manifesta. Esse apego à forma e não na essência das coisas é causa da confusão quanto ao que vem a ser idolatria, fazendo com que o homem religioso ora pense em idolatria como a presença de imagens de escultura em templos, ora faça “malabarismos lingüísticos” para não ser visto como idólatra - Dicionário Aurélio: veneração: ato de venerar, culto, adoração - . Mas afinal, o que é idolatria e quando alguém está sendo idólatra?
                William Ellery Channing estabelece as bases do que vem a ser idolatria ao afirmar:

A matéria foi feita para a consciência, o corpo para a alma. A consciência é o objetivo desse organismo vivo feito de carne e ossos, nervos e músculos; ela é igualmente o objetivo do vasto sistema de mar e terra, de ar e de céu. Essa criação infinita formada pelo sol e pela lua, pelas estrelas, nuvens e estações, não foi instituída com o simples propósito de nutrir e vestir o corpo; ela foi feita primeira e essencialmente para nutrir e fazer desabrochar a alma, para ser a escola da inteligência, a nutriz do pensamento e da imaginação, o campo de expressão de poderes ativos, uma revelação do Criador”.

                Eis os fundamentos da idolatria: “Por ignorância vermos a matéria como divina em si mesma, em vez de percebermos a divindade imanente na criação; darmos à matéria o primeiro lugar que pertence ao divino; tornarmo-nos servos da matéria, em vez de dela nos servirmos para promovermos o nosso próprio crescimento espiritual”. Sob essa ótica das essencialidades, percebemos que podemos cometer o pecado da idolatria com ou sem ídolo, e, por outro lado, termos em nossas casas e templos ídolos, mas ainda assim não cometermos idolatria, pois esta se concretiza sempre que a matéria passa a ser nossa prioridade, nossa divindade e assim converte-se em uma prisão para o nosso espírito.
                Por esse prisma, idolatra, com ou sem ídolo, aquele que sobrepõe o ego-humano ao eu-divino; idolatra aquele que, por seguir alguém abandona o Caminho; idolatra aquele que ama ao dinheiro e os bens materiais ao ponto de, por isso, viver empobrecido espiritualmente; idolatra aquele que é súdito dos governos deste mundo e, para tanto, abandonou o senhorio do Cristo Cósmico; idolatra aquele que confunde D’us com a igreja e assim serve à igreja, a instituição e os interesses dos impérios religiosos, em vez de D’us; idólatra até mesmo aquele que cultua o conceito de D’us que foi construído pelo homem, o deus dos credos, o deus da teologia, um deus criado à nossa imagem e semelhança, em vez de servir o Eterno, Incriado, Infinito, Absoluto, Inominável, que não pode ser servido por mãos humanas, a menos que o façamos na pessoa do nosso semelhante.

                Esses ídolos escapam aos nossos olhos, pois não estão dependurado nas paredes das casas e templos, nos pingentes dos colares, nem no pára-brisas traseiros dos carros. Esses são ídolos do coração que só quem olha para o interior do seu próprio templo pode enxergá-los, bani-los e em seu lugar erigir um altar ao único D’us – O D’US DESCONHECIDO.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Magia Negra Cristã

Magia negra cristã



A Bíblia e a lei da equivalência
“a rebelião é como a feitiçaria e o porfiar, como a idolatria”

Qual a essência da magia negra senão esses sentimentos de ódio, vingança e egoísmo, que a motivam? Sendo assim, a magia negra pode ser praticada, e de fato tem sido praticada, mesmo dentro de uma igreja cristã, em nome do Senhor, conquanto Deus nada tenha com isso, sempre que alguém, por motivos egoístas e movidos por sentimentos de ódio e vingança tenta instrumentalizar forças espirituais, ritos e preces, para promover o mal, embora a essa forma de magia negra chame de “Justiça Divina”.

            Certa vez fiquei chocado quando, ao participar de uma cerimônia religiosa numa igreja cristã em Recife, Pernambuco, ouvi cristãos dando depoimentos nos quais afirmavam que haviam pedido a Deus que tomasse “providência” acerca de pessoas que lhes teriam feito algum mal, e Deus, em resposta às suas orações, teria matado tais pessoas. A platéia que ouvia tais depoimentos, eufórica, glorificava a Deus, em sinal de aprovação. A princípio, imaginei que se tratava de um caso isolado que dizia respeito apenas àquela comunidade. Contudo, para a minha surpresa, ouvi inúmeras vezes em outras igrejas cristãs depoimentos semelhantes. Era comum à época e ainda é hoje, no seio de certas comunidades cristãs, o dito: “quem mexe com crente ou se converte, ou se muda, ou Jeová mata”. A título de exemplo, é só assistir o vídeo no qual o Pastor e Deputado Federal Marcos Feliciano afirma que Deus matou John Lennon com três tiros e que se ele estivesse lá diria que um dos tiros foi em nome do Pai, o outro em nome do Filho e o outro em nome do Espírito Santo2.

Em que os sentimentos que motivam tais cristãos, ódio, vingança e egoísmo; diferem daqueles que motivam pessoas de religiões criticadas por alguns deles, como aquelas de matriz africana e ocultistas, que segundo dizem alguns deles, realizam cerimônias religiosas para imprimir castigo (complicações, doença e morte) aos seus opositores?

Certos cristãos criticam religiões de matriz africana, espiritualistas e ocultistas, confundindo-as com magia negra, ao passo em que se orgulham de não serem adeptos de tais religiões. Contraditoriamente, embora conscientes de que o livro que têm como sagrado, a Bíblia, classifique certas práticas como pecaminosas costumeiramente estão incursos nelas, se rebelando contra o governo do seu Deus que se impõe por seus mandamentos. Ora, esse pecado, “a rebelião”, segundo a Bíblia, “é igual à magia negra” (I Samuel.15.23). Logo, se me orgulho de não ser um mago negro, mas sou rebelde, não tenho do que me orgulhar, pois estou na mesma condição do bruxo negro diante de Deus. Aliás, a mesma equivalência estabelecida entre rebelião e magia negra, se estende aos demais mandamentos, pois quem obedece a toda a Lei, mas tropeça em apenas uma das suas ordenanças, torna-se culpado de quebrá-la integralmente. Pois Aquele que proclamou: “Não adulterarás”, também ordenou: “Não matarás”. Ora, se não adulteras, porém cometes um assassinato, te tornaste da mesma forma, transgressor da Lei.” (Tiago.2.9-11).

O mal assume muitas formas, assim como o bem. Quem atenta para a aparência das coisas vê sempre bem e mal da forma que previamente estabeleceu, ficando, turva sua visão e prejudicado o seu discernimento. Quem vê a essência percebe que muitos cultos sinceros têm sido prestados “ao Deus desconhecido”, “nem neste monte nem em Jerusalém” (fora da forma de religião oficialmente reconhecida como cristianismo), mas em espírito e em verdade. Enquanto que alguns cristãos, na igreja, em nome de Deus, praticam a mais negra das magias, usando a religião como instrumento de propagação do ódio e da vingança travestidos de “Justiça Divina”.


Por Daniel José Batista Júnior.

sábado, 2 de agosto de 2014

Muitas formas, uma só religião.

Um Só Caminho

Minha religião ensina
Hinduísmo
Judaísmo
Cristianismo
Islamismo
Justiça
Justiça
Justiça
Justiça
Verdade
Verdade
Verdade
Verdade
Compaixão
Compaixão
Compaixão
Compaixão
Santidade
Santidade
Santidade
Santidade
Bondade
Bondade
Bondade
Bondade
Pureza
Pureza
Pureza
Pureza
Honestidade
Honestidade
Honestidade
Honestidade
Amor
Amor
Amor
Amor
Minha religião é a única verdadeira
Minha religião é a única verdadeira
Minha religião é a única verdadeira
Minha religião é a única verdadeira
Qual a essência da religião? Ame a Deus e aos seus semelhantes, afirmou Jesus.

Um Só Caminho

Deus é
Hinduísmo
Judaísmo
Cristianismo
Islamismo
Absoluto
Absoluto
Absoluto
Absoluto
Infinito
Infinito
Infinito
Infinito
Eterno
Eterno
Eterno
Eterno
Onipotente
Onipotente
Onipotente
Onipotente
Onisciente
Onisciente
Onisciente
Onisciente
Onipresente
Onipresente
Onipresente
Onipresente
Criador
Criador
Criador
Criador
Salvador
Salvador
Salvador
Salvador
Krishna
O único Deus Verdadeiro
Jeová
O único Deus Verdadeiro
Jesus
O único Deus Verdadeiro
Allah
O único Deus Verdadeiro
Será que são deuses diferentes ou um único Deus, conhecido entre povos e culturas diferentes por diferentes nomes?

Imaginar que se trata de deuses diferentes não seria o mesmo que pensar que God é o Deus dos americanos?